domingo, 19 de fevereiro de 2017

A grandiosa Verdade Bíblica que os Clérigos e Pastores Escondem.     


Existem, no Evangelho, duas grandiosas revelações que não foram escritas, mas são facilmente compreendidas. Confira. Pois todo cristão deve tomar conhecimento.


Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 


“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Antes de ingressar no mérito da VERDADE QUE NÃO FOI ESCRITA NO EVANGELHO, vamos a um pequeno PREFÁCIO:

A maior das provas que atestam que jamais um apóstolo de Jesus guardou um só domingo no Evangelho, isso é provado pela História e pelo Evangelho.

Em 364, o bispo de Roma, Libório, um papa pela marcação católica conclamou os bispos a um concílio denominado CONCÍLIO DE LAODICÉIA, quando então, 331 anos após Jesus, aí então os cristãos foram PROIBIDOS DE GUARDAR OS SÁBADOS QUE VINHAM GUARDANDO ATÉ ENTÃO.


E para garantir a fidelidade dos cristãos ao resultado desse Concílio de Laodicéia, foram decretados SEVEROS CASTIGOS a todos os cristãos que ousassem continuar a guardar os sábados, pois dali pra frente só vigoraria o tal domingo como o "Dia do Senhor".  Coisas de Satanás que finalmente havia vencido os santos vivos:

E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação”. Apocalipse 13:7.

Eusébio, bispo de Cesaréia, na Palestina, escreveu o trabalho  "A História do Cristianismo" no ano 324, justamente 40 anos antes do Concílio de Laodicéa. Nesse livro está escrito:


 "Todas as coisas que eram do dever fazer-se no sábado temos transferido para o "dia do Senhor", muito mais honrável do que o sábado”.


Testemunhos de grandes homens a respeito dos santos sábados:

A maior das provas que comprovam que nenhum dos apóstolos de Jesus, mesmo depois de sua Ressurreição jamais guardaram um só sábado nos é provado pela História Universal e pelas Raízes da Igreja que mostram o evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que foi convocado pelo Papa Libório (marcação católica) no ano 364 de nossa era, justamente para fazer cessar a guarda dosa sábados pelos cristãos, por puro ódio aos judeus. Os bispos cristãos, já habitando sob o teto dos palácios dos reis, não suportavam ter de guardar o mesmo dia que os judeus. E já que os judeus prefeririam morrer a violar os sábados, pelo Concílio de Laodiceia, no ano 364, FOI PROIBIDA A GUARDA DO SÁBADO QUE VINHA SENDO GUARDADO ATÉ ÀQUELE ANO. e para consolidar essa infeliz proibição, foram decretados severos castigos a todo aquele que ousasse continuar a guardar os sábados. Mas havia os remanescentes que preferiam castigos até mortais a agredir a Vontade de Deus. Vejamos alguns testemunhos de grandes homens a respeito do CONCÍLIO DE LAODICÉIA:

O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

“O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.” Fonte: “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 


William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265; 


PRIMEIRA REVELAÇÃO


A respeito de sábados ou domingos, se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”, não teria sido algo fácil de aceitação dos cristãos, principalmente dos judeus convertidos ao cristianismo, incluindo também os fariseus da Torah.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSURREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pelos cristãos originários de Israel, que inicialmente formavam a maioria, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas por conta dos fariseus sempre atentos--, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação, que ouso dizer até impossível, por conta de o dia de sábado para guarda e santificação estar arraigado profundamente na cultura e tradição israelita, até hoje como também por conta dos da Torah, fariseus, escribas e príncipes do tempo que estavam por todo o tempo a fiscalizar sobre a obrigação do sábado, assim como sempre agiram com respeito a Jesus. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Basta raciocinar para assim conluir. Vamos, então, a todos os detalhes:

A (impossível) TRANSIÇÃO DA GUARDA DO SÁBADO PARA O DOMINGO.

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor -- se isso pudesse acontecer --,  pergunto:  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?   Um evento desse porte, pois coloca em Xeque a Palavra Viva de Deus, teria de ter havido um período de transição, pois jamais seria possível induzir, facilmente, de um dia para outro, principalmente quanto aos cristãos advindos da tradição israelita, cessarem subitamente a santificação dos sábados apenas por conta de uma decretação a respeito pelos apóstolos de Jesus  TERIA DE TER HAVIDO, OBRIGATORIAMENTE,  UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO.

Se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSUREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por um período de transição, com muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter tido um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:
Todos os cristãos judeus e não judeus aceitariam, passivamente, o corte do mandamento do sábado?

Se fosse possível que tivessem aceitado essa difícil situação, quando e onde ACONTECEU A TRANSIÇÃO do sábado para o domingo? 

Ocorreu no sábado seguinte à ressurreição de Jesus, mesmo ele tendo permanecido na Terra por mais 40 dias?

Uma semana depois da Subida de Jesus ao Reino de Deus Pai? Um mês depois? Um ano depois?  

Eu mesmo respondo: NUNCA!!! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado ATÉ  NO ANO 364 depois de Cristo, onde aconteceu o Concílio de Laodicéia, que finalmente, aí, sim, determinou a abolição do sábado na Igreja a favor do domingo.   Então segundo a total e indiscutível lógica evangélica, os cristãos continuaram a guardar e santificar os sábados,  pelo menos até esse ano da proibição.

A História das Raízes da Igreja revela, segundo os livros abaixo, que por ódio dos judeus e por isso mesmo para diferenciar os cristãos dos judeus, o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Liberio (pela contagem católica), um decreto que proibiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas, PORTANTO NÃO HOUVE PERÍODO DE TANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS, mesmo depois de ele ter subido ao Reino de Deus Pai.

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364, o que anula definitivamente as declarações dos irmãos domingueiros que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve um breve período de TRANSIÇÃO, pois nem todos os cristãos concordaram com o resultado do Concílio de Laodicéia,  resultado certamente orquestrado pelo próprio Satanás, que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, meus irmãos domingueiros, essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

Jeovah MENDES. Os piores assassinos e hereges da história. 1997.
O Papa e o Concílio. De Tayne, Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
Earle E CAIRNS. O cristianismo através dos séculos.  1977.
Eamon Duffy. Santos e Pecadores.
Ralph WOODROW.  Babilônia: a religião dos mistérios.
Ernesto L. Oliveira: Roma, a Igreja e o Anticristo.
Álvaro Huerga. Histori A História dos Concílios, vol. XIV, col 109, por Labbe e Cossart),a de los alumbrados.  Espanha, 1978.



 Que prova maior pode haver que revelam o verdadeiro dia que a Igreja Primitiva santificava os sábados? Vejamos o apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados ao ar livre, pois a pequena multidão não caberia num salão:


“No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11


SEGUNDA REVELAÇÃO


Há mais uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma  -- se estiver presente a honestidade --, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora – por isso mesmo grandiosa -- que indiscutivelmente PROVA biblicamente que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.
 Não é necessário RACIOCINAR muito para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:
 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os judeus, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e príncipes do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomando as refeições sem que antes lavassem as mãos. E isso ficou registrado no Evangelho.
 Os fariseus protestaram forte apenas pelo fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,    assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que num sábado os apóstolos de Jesus colhiam espigas para matar a fome, então,  por conta disso,  imagine, então, os fortes protestos e as terríveis consequências que certamente ocorreriam se os apóstolos de Jesus tivessem ousado sugerir que a partir da Ressurreição de Jesus o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo,   Mas infelizmente essa agressão ao Senhor mais de três séculos depois de Jesus, quando o clero de Satanás, na pessoa de seu papa Liberio, pelo Concílio de Laodicéia, ano 364,  por puro ódio dos judeus proibiram o sábado  a favor do tal domingo e ainda decretaram perseguições a todo aquele que teimasse continuar com o sábado. 
Mas mesmo assim haviam os remanescentes que jamais aceitaram qualquer mudança que contrariasse as Escrituras.
“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

 Depois que Jesus subiu ao Reino de Deus, se apenas um só dos apóstolos sugerisse que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes, pois por muito menos tentaram, por várias vezes, assassinar Jesus pelo fato de os fariseus julgarem que ele violava os sábados santos e por revelar que era o Filho de Deus Vivo. 
 Segundo a tradição israelita, se qualquer um dos  apóstolos tivesse apenas sugerido tal mudança insensata, absolutamente inconsequente -- segundo Jesus em Mateus, 5.17 até 28 --, teriam sido arrastados pelas ruas e apedrejados em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus na Terra. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, meu amado irmão e concluirá pela lógica irreversível!
Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viera a substituir o sábado e, apenas por isso,  facilmente entende-se que NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia. 

Sobretudo, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, e ainda instituído como Um Sinal entre Deus Pai e a Humanidade, já que está bastante repetido no Evangelho que ele, o Senhor, não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e em Efésios 2:14 revela que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA a favor da existência de UM SÓ POVO DE DEUS.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente Paulo teria sido linchado, tal como o apedrejaram noutra ocasião (Atos 14:19) apenas pelo fato de ter curado um lesionado dos pés e coxo. Atos, 14:8.

Esse escândalo dos fariseus aconteceu  porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de seus pais, tal como a Circuncisão da carne, os sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas, a lei do chicote e outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas, inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.
“Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.
Repetindo pela alta importância, o apóstolo Paulo que falava e escrevia sob completa inspiração do Espírito Santo de Deus jamais foi acusado de tentar ensinar contra o sábado, ao contrário, ele levava sua Igreja a santificar TODOS OS SÁBADOS:
 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, s encheram de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendentemente, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina, os cristãos antigos a trocarem o sábado pelo domingo, após a Ressurreição de Jesus, exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.
 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, onze deles até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio!
 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Paulo com medo?  Pedro como medo?
   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus eles perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  O bispo silenciou.
 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que NÃO HÁ A MÍNIMA POSSIBILIDADE  DE A  IGREJA DE JESUS TER VIOLADO UM SÓ SÁBADO SANTO E ABENÇOADO DE DEUS, COMO ESTÁ ESCRITO.
Quem precisa mais que isso para ter a certeza de que o sábado é perpétuo?
DE JESUS!

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364.

 Então, irmãos domingueiros, novamente coloco: essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os domingos está mais furada que uma peneira de arames bem separados.




Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br

Todos os meus escritos são livres para publicações, desde que os textos não sejam modificados.














http://ainfalibilidadedospapasewabsurda.blogspot.com.br/






























                                                          













































                            












 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

Todos os meus textos são livres para publicações, desde que os textos não sejam alterados

Eu sou a voz que clama na Internet.

 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43